sábado, 23 de setembro de 2017

Teu corpo junto no Meu


Corpo Teu
Que não conheço de Ver
Porém apenas no sentir e Imaginar
Que nunca de fato Toquei
Mas que o aroma me cerca sem Negar
Sonho me perco nos Devaneios
Sem nem mesmo teu sexo Provar
Loucura essa coisa de Querer
Desejar pelo menos Tocar
Não importa que dia Seja
Se há outras em a esse Corpo
Sem reserva poder Saciar
Faz  tempo os conceitos Deixei
E que o Certo 
Ou o Errado  
 não Impedem 
Teu corpo junto no Meu
Por um pouco Ansiar
Teu corpo é que Quero
É por ele que Vou
Esperar

Copyright©ContOseSó
CatiahoAlc 25030150022

sábado, 8 de julho de 2017

Espera.(por CatiahoAlc.Copyright©ContOseSó em breve livro dessa série))





Com o copo na mão bebericava lentamente saboreando 

líquido vermelho...
Parava por vezes e apreciava o doce aroma.
Flertava com o cigarro, mantendo a brasa acesa a cada vez que o vento  vinha pela janela  e meio brincando soprava sobre ele, as cinzas iam formando algo denso,  a qualquer momento cairia ali na toalha mesmo.
E aconteceu! 
As cinzas soltaram-se do bloco e os pequenos fragmentos espalharam-se  pela mesa; outros saíram voando sala a dentro e janela a fora.
A musica gostosa segue embalando aquela tarde, faz um calor daqueles que queimam em desejo.
Atenta ao relógio não ficará só por muito mais tempo.
Pega a garrafa, tira cuidadosamente a rolha e derrama  completando o copo, 
põe também no outro, mas só até o meio...
Pega o cigarro e termina de fumar.
Passa as mãos sobre a mesa limpando um pouco das cinzas, depois leva o cinzeiro dali, 
volta e olha novamente o relógio...
É quase  hora.
Calor intenso.
Pega o copo e deixa cair um pouco do líquido sobre o colo espalhando sobre o corpo nu,  
arrepios seguem por onde o passa...
Outra canção começa e agora pousada sobre as almofadas com os dois copos nas mãos
 aguarda pacientemente.
Logo logo não somente o corpo sentirá calor, mas tudo a redor se renderá ao fogo do desejo.
Barulho na porta...
Respiração agitada.
Olhos a espreita.
Copos nas mãos.
Sorriso aberto.
Corpo  latejando.
Lábios secos pelo desejo.
Que bom que a espera já-já terá seu fim.
A música toma conta e nada mais importa.
CatiahoAlc.
entre sonhos e delírios
Copyright©ContOseSó

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Indo ao Ceu...

Ia ao céu quando podia beijar-lhes os pés.

Porém são poucos os seres que tem a mesma 
percepção.
 Uns cócegas tem, outros  nervoso e até irritação. Pena, pois tem verdadeira paixão...
Especialmente depois do banho, quando limpos os pés tem  cor do desejo que tanto atrai.
Beijar de olhos fechados...
Passar a língua sentindo o arrepiar dos pelos e então subir bem devagar,
Percorrendo até parar ao meio,
meio que divide o corpo, 
bom parar ali,
 sentir o aroma do sexo que pulsando,
úmido se expõe quase que exigindo
 que o explorar continue...
Nesse tempo é bom lembrar que dessa vez
os pés proporcionaram perfeito
 início
  sem prenuncio ou pressa
 de desfecho
tão cedo...
CatiahoAlc.
http://folhetimemcontos.blogspot.com.br 
12082012

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Seu reino por um banho! (Revendo/Revisando meus Contos/Textos esse de 2012)

O corpo suado pede que água pura e simples caia sobre o corpo, trás tanto do dia do que viu e sentiu.
Foi cedo ainda quando no ônibus cheio a mocinha  com a blusa transparente roçou os seios de encontra seu braço, a cada tranco ela se jogava inteira de forma que os mamilos eriçados,
eriçavam seu entre  as pernas.
Em um desses momentos os corpos se viraram e é certo que ela sentiu o volume atiçado.
 A danada da mocinha mordeu os lábio e parece que encostou mais, isso pareceu uma eternidade e só tornou a se afastar um pouco porque alguém passou com a moxila levando tudo. 
Logo seria o ponto final e a delicia de tortura acabaria... 
Assim foi e ela nem se deu ao trabalho de olhar pra trás.
Antes de ir mordeu o canto da boca e só foi...
No trabalho foi ele que sem concentração derramou água na mesa e molhou a saia branca da colega da mesa ao lado, saia justa que ficou transparente deixando à mostra o minimo que cobria o triangulo saliente.
A colega nem chateou-se, aproveitou para levar o dia cruzando e descruzando as pernas.
Na volta para casa, pediu um táxi! 
Chega de tanto sofrimento. Seu reino por um banho, para os cheiros do dia pra trás ficarem...  e por uma nudez merecida, que deixe o pobre livre, até que sua esperada amada amante chegue e também se lave do dia e  se desfaça das roupas e juntos desfrutem do prazer que dois corpos nus e juntos podem se proporcionar.
Copyright©soempalavras
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Loucura dos amantes

Hoje o banho não foi demorado. Apenas entrou, deixou a água fria cair,
passou logo o sabão, nem lavou os cabelos, adiou para outra hora.
Tinha pressa, muita pressa.O amor até espera, mas a horado amor essa não espera.
Parece que quando ele espera a saudade aperta e a vontade exige.
Ele longe, bem longe a esperava o mais cedo possível. Não podia ir, mas quem é que diz
que há razão na paixão misturada ao tesão?
Largou literalmente tudo pra depois: família, emprego, agendas, até o celular em casa deixou
esquecido como que por acaso entre o braço da poltrona descarregado, desligado e caído.
A passagem comprada por ele facilitava muito essa pressa toda.Seria uma viagem rápida
quarenta minutos de avião, depois já lá, ele a esperava no aeroporto, era tempo somente o suficiente
para matarem um pouco a fome da presença,e logo uma tarde inteira só um nos braços do outro em amor.
A noite como sempre as nove jade volta ao convívio dos seus ,
serena colocaria a mesa, serviria um a um
e com cuidado a todos de sempre como tem sido desde sempre
nem notariam o viço da pele, o brilho nos olhos.
É verdade que as tarefas todas forma cumpridas com as nuvens
sobre os pés.
Ele também la longe, estaria da mesma forma
amando a quem venera e servindo a quem lhe serve.
Assim por um tempo o dia a  dia seria levado:
sem pressa, sem atropelos ou sobresaltos.
Até que de novo a oportunidade se fizesse e por pouco tempo que fosse
 os olhos um no outro pousaria, satisfazendo um ao outro com o que de melhor
mantinham guardado: a loucura dos amantes.
Enquanto isso no único momento de fato reservado durante o banho
e apenas no banho ambos um no outro pensaria,
enquanto a água fria sem pena e sem controle pelo corpo escorrendo
embora as lembranças junto levaria...
Copyright©soempalavras

09/05/1205:00
07/05/1201:22

domingo, 24 de julho de 2016

Em Meio


Era meio da tarde, casa cheia, crianças correndo de um lado para o outro.

As mulheres conversavam despreocupadamente enquanto os homens  fumavam e bebericavam suas bebidas  preferidas. Por fora tudo era pudor e vigilância.
Dentre as mulheres uma a mais falante  as vezes parava e deixava escapar um riso de canto
de boca que era acompanhado de um brilho no olhar. As demais percebiam, mas  caladas, é certo que a vida dariam dariam não para saber porque assim agia, mas para sentirem-se da mesma forma.
Apesar de falante, era a menos vistosa, vestia-se com simplicidade, mas sabia viver e fazer  de cada momento um universo de sensações.
Na verdade  nessa tarde em especial, enquanto com as demais falava de cabelos, cremes e receitas,
no intimo rememorava a amor que escondia, o fogo que entre as pernas ardia. Sorria pois satisfeita
exatamente como as outras se parecia. Porém em pecado a alma já no inverno ardia.
Sorria porque o ser humano tem esse poder de diferenciar entre o Ser e o Ter.
Ela?
Satisfeita Era a que sabia Ser o que da vida satisfação
Tinha...
Era única
Em Meio as
Outras que na boca
 O sabor dele tinha.
CatiahoAlc.
Copyright©soempalavras
18:22 1309012