terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Realidade ou Fantasia?


Era somente para ver, já seria muito diante do universo das impossibilidades; porém de um momento pro outro lá estava ele: exposto diante de seus olhos que não acreditando puxaram a palavra: Jura? Nada foi dito, somente mais perto chegou.

Olhando em estado de contemplação além da ousadia: não é que era lindo! Era somente para olhar, mas sem medidas não aguentou e tocou. Não se contendo: provou. Cheiro e gosto de sexo bom.
Deixando a língua passar ao redor, aproveitou cada segundo desse desejado mas imprevisto momento.
Nesse pouco tempo; o mundo girou, as entrepernas tremulas umedeceram,
a pulsação acelerada mais pedia.
 Entrega era o nome.
Todavia, era somente para ver, então tudo que dai passou, apenas em sonho
ou fantasia é o que cada um pra si guardaria... 
Certeza?
Essa somente cada um pra si guardaria.
CatiahoAlc./Reflexod'Alma
Copyright©soempalavras
0025 0211012

domingo, 14 de janeiro de 2018

Ela ficou ali de olhos fechados...



 Se era noite ou se era dia não importava muito, o clima entre os dois  fazia as estações passarem de uma para a outra, pois  as flores que ela adorava tinha  perfume que dele fluía. O frio que ele valorizava era preenchido pelo calor do corpo dela. A sede que o calor normalmente provoca  era saciado na boca um do outro. Até mesmo as frutas da preferência  de um e de outro, nos corpos tinham o mesmo sabor.
Sabor de desejo sendo saciado com pressa, com gosto, com satisfação a cada novo girar que permitia que o de cima passasse para baixo. A linguagem para quem por perto ousasse passar seria interpretado como o grunido de animais em abate. Ela gemia, ele tremia. Ele urrava, ela vibrava. 
Depois do gozo dele sobre seus seios, com a boca recebeu e lambuzou-se do restante como se fome tivesse, e tinha mesmo. Foi daí em diante que a entrega se fez por completo e nada mais quis lembrar... 
Depois ele foi, ela ficou ali de olhos fechados... Ele voltou a pegou nos braços e para a banheira de agua quente a levou, deu-lhe banho, não deixou que seus cabelos molhassem, eram negros e longos, não lhe faria bem tê-los molhados e não totalmente secos. Ela entregue aceitou os cuidados, se deixou lavar, depois se deixou secar e novamente ao leito levar. 
Quando perto novamente o beijou com paixão e desejo, porém sem forças para o recomeço adormeceu durante o beijo. 
     Ele entendeu que podia; e do que restava de noite fez dela ainda mais sua, uma, duas até o cansaço do corpo dar sinais de sua força. Ela acordara duas vezes, aceitara seu carinho e com ele também em êxtase se fez servida.
    Abraçados adormeceram até que o dia  presente se  fez, entrando pela cortina aberta junto trazendo o vento e uma chuva fininha que de súbito os acordou.
 Ainda com as pernas entrelaçadas... Ele satisfeito como todo homem sonha.
Ela satisfeita como toda mulher merece estar, apesar do corpo doído experimentava a sensação de plenitude que que só o prazer pode proporcionar.
Prontos para o novo dia, juntos tomaram a primeira xícara de café, o dele amargo, o dela com açucar.
 Ele com seu jornal; ávido por noticias: política e economia e esporte.
Ela quieta como sempre, quieta com seu cigarro, olhava a fumaça e imersa a seus pensamentos. 
De vez em quando se olhavam e sorriam como somente os amantes sabem bem fazer.
Dali a pouco cada um voltaria para sua vida não se veriam tão cedo pois ele viajaria para um lado a trabalho, ela para outro também a trabalho e assim  e viveriam seu dia da melhor forma possível, porém ambos
satisfeitos e já com saudades.
Copyright©soempalavras

08/05/1217:56

13051201:12
23/05/12
01:12

domingo, 7 de janeiro de 2018

Jura? Inacreditavelmente acontecia...

Era somente para ver, já seria muito diante do universo das impossibilidades;
porém de um momento pro outro lá estava ele, exposto diante de seus olhos que não
acreditando puxaram a palavra: Jura? nada foi dito, somente mais perto chegou.
Olhando em estado de contemplação além da ousadia , não é que era lindo!
Era somente para olhar, mas tocou e não se contendo provou.
Cheiro e gosto de sexo bom.
Deixando a língua passar ao redor, aproveitou cada segundo desse desejado
mas imprevisto momento.
Nesse pouco tempo; o mundo girou, as entrepernas tremulas umedeceram,
a pulsação acelerada mais pedia, entrega era o nome.
Certeza? Nenhuma.
Todavia, se era somente para ver, então tudo que daí passou, apenas em sonho
ou fantasia é o que cada um pra si guardaria... 
CatiahoAlc./Rflexod'Alma
Copyright©soempalavras
0025 0211012

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Indo ao Céu...


Ia ao céu quando podia beijar-lhes os pés.

Porém são poucos os seres que tem a mesma 
percepção.
 Uns cócegas tem, outros  nervoso e até irritação. Pena, pois tem verdadeira paixão...
Especialmente depois do banho, quando limpos os pés tem  cor do desejo que tanto atrai.
Beijar de olhos fechados...
Passar a língua sentindo o arrepiar dos pelos e então subir bem devagar,
Percorrendo até parar ao meio,
meio que divide o corpo, 
bom parar ali,
 sentir o aroma do sexo que pulsando,
úmido se expõe quase que exigindo
 que o explorar continue...
Nesse tempo é bom lembrar que dessa vez
os pés proporcionaram perfeito
 início
  sem prenúncio ou pressa
 de desfecho
tão cedo...
CatiahoAlc.
http://folhetimemcontos.blogspot.com.br 
1208201213 de abr de 201510:22

sábado, 23 de setembro de 2017

Teu corpo junto no Meu


Corpo Teu
Que não conheço de Ver
Porém apenas no sentir e Imaginar
Que nunca de fato Toquei
Mas que o aroma me cerca sem Negar
Sonho me perco nos Devaneios
Sem nem mesmo teu sexo Provar
Loucura essa coisa de Querer
Desejar pelo menos Tocar
Não importa que dia Seja
Se há outras em a esse Corpo
Sem reserva poder Saciar
Faz  tempo os conceitos Deixei
E que o Certo 
Ou o Errado  
 não Impedem 
Teu corpo junto no Meu
Por um pouco Ansiar
Teu corpo é que Quero
É por ele que Vou
Esperar

Copyright©ContOseSó
CatiahoAlc 25030150022

sábado, 8 de julho de 2017

Espera.(por CatiahoAlc.Copyright©ContOseSó em breve livro dessa série))





Com o copo na mão bebericava lentamente saboreando 

líquido vermelho...
Parava por vezes e apreciava o doce aroma.
Flertava com o cigarro, mantendo a brasa acesa a cada vez que o vento  vinha pela janela  e meio brincando soprava sobre ele, as cinzas iam formando algo denso,  a qualquer momento cairia ali na toalha mesmo.
E aconteceu! 
As cinzas soltaram-se do bloco e os pequenos fragmentos espalharam-se  pela mesa; outros saíram voando sala a dentro e janela a fora.
A musica gostosa segue embalando aquela tarde, faz um calor daqueles que queimam em desejo.
Atenta ao relógio não ficará só por muito mais tempo.
Pega a garrafa, tira cuidadosamente a rolha e derrama  completando o copo, 
põe também no outro, mas só até o meio...
Pega o cigarro e termina de fumar.
Passa as mãos sobre a mesa limpando um pouco das cinzas, depois leva o cinzeiro dali, 
volta e olha novamente o relógio...
É quase  hora.
Calor intenso.
Pega o copo e deixa cair um pouco do líquido sobre o colo espalhando sobre o corpo nu,  
arrepios seguem por onde o passa...
Outra canção começa e agora pousada sobre as almofadas com os dois copos nas mãos
 aguarda pacientemente.
Logo logo não somente o corpo sentirá calor, mas tudo a redor se renderá ao fogo do desejo.
Barulho na porta...
Respiração agitada.
Olhos a espreita.
Copos nas mãos.
Sorriso aberto.
Corpo  latejando.
Lábios secos pelo desejo.
Que bom que a espera já-já terá seu fim.
A música toma conta e nada mais importa.
CatiahoAlc.
entre sonhos e delírios
Copyright©ContOseSó

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Indo ao Ceu...

Ia ao céu quando podia beijar-lhes os pés.

Porém são poucos os seres que tem a mesma 
percepção.
 Uns cócegas tem, outros  nervoso e até irritação. Pena, pois tem verdadeira paixão...
Especialmente depois do banho, quando limpos os pés tem  cor do desejo que tanto atrai.
Beijar de olhos fechados...
Passar a língua sentindo o arrepiar dos pelos e então subir bem devagar,
Percorrendo até parar ao meio,
meio que divide o corpo, 
bom parar ali,
 sentir o aroma do sexo que pulsando,
úmido se expõe quase que exigindo
 que o explorar continue...
Nesse tempo é bom lembrar que dessa vez
os pés proporcionaram perfeito
 início
  sem prenuncio ou pressa
 de desfecho
tão cedo...
CatiahoAlc.
http://folhetimemcontos.blogspot.com.br 
12082012