quinta-feira, 15 de junho de 2017

Indo ao Ceu...

Ia ao céu quando podia beijar-lhes os pés.

Porém são poucos os seres que tem a mesma 
percepção.
 Uns cócegas tem, outros  nervoso e até irritação. Pena, pois tem verdadeira paixão...
Especialmente depois do banho, quando limpos os pés tem  cor do desejo que tanto atrai.
Beijar de olhos fechados...
Passar a língua sentindo o arrepiar dos pelos e então subir bem devagar,
Percorrendo até parar ao meio,
meio que divide o corpo, 
bom parar ali,
 sentir o aroma do sexo que pulsando,
úmido se expõe quase que exigindo
 que o explorar continue...
Nesse tempo é bom lembrar que dessa vez
os pés proporcionaram perfeito
 início
  sem prenuncio ou pressa
 de desfecho
tão cedo...
CatiahoAlc.
http://folhetimemcontos.blogspot.com.br 
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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Seu reino por um banho! (Revendo/Revisando meus Contos/Textos esse de 2012)

O corpo suado pede que água pura e simples caia sobre o corpo, trás tanto do dia do que viu e sentiu.
Foi cedo ainda quando no ônibus cheio a mocinha  com a blusa transparente roçou os seios de encontra seu braço, a cada tranco ela se jogava inteira de forma que os mamilos eriçados,
eriçavam seu entre  as pernas.
Em um desses momentos os corpos se viraram e é certo que ela sentiu o volume atiçado.
 A danada da mocinha mordeu os lábio e parece que encostou mais, isso pareceu uma eternidade e só tornou a se afastar um pouco porque alguém passou com a moxila levando tudo. 
Logo seria o ponto final e a delicia de tortura acabaria... 
Assim foi e ela nem se deu ao trabalho de olhar pra trás.
Antes de ir mordeu o canto da boca e só foi...
No trabalho foi ele que sem concentração derramou água na mesa e molhou a saia branca da colega da mesa ao lado, saia justa que ficou transparente deixando à mostra o minimo que cobria o triangulo saliente.
A colega nem chateou-se, aproveitou para levar o dia cruzando e descruzando as pernas.
Na volta para casa, pediu um táxi! 
Chega de tanto sofrimento. Seu reino por um banho, para os cheiros do dia pra trás ficarem...  e por uma nudez merecida, que deixe o pobre livre, até que sua esperada amada amante chegue e também se lave do dia e  se desfaça das roupas e juntos desfrutem do prazer que dois corpos nus e juntos podem se proporcionar.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Loucura dos amantes

Hoje o banho não foi demorado. Apenas entrou, deixou a água fria cair,
passou logo o sabão, nem lavou os cabelos, adiou para outra hora.
Tinha pressa, muita pressa.O amor até espera, mas a horado amor essa não espera.
Parece que quando ele espera a saudade aperta e a vontade exige.
Ele longe, bem longe a esperava o mais cedo possível. Não podia ir, mas quem é que diz
que há razão na paixão misturada ao tesão?
Largou literalmente tudo pra depois: família, emprego, agendas, até o celular em casa deixou
esquecido como que por acaso entre o braço da poltrona descarregado, desligado e caído.
A passagem comprada por ele facilitava muito essa pressa toda.Seria uma viagem rápida
quarenta minutos de avião, depois já lá, ele a esperava no aeroporto, era tempo somente o suficiente
para matarem um pouco a fome da presença,e logo uma tarde inteira só um nos braços do outro em amor.
A noite como sempre as nove jade volta ao convívio dos seus ,
serena colocaria a mesa, serviria um a um
e com cuidado a todos de sempre como tem sido desde sempre
nem notariam o viço da pele, o brilho nos olhos.
É verdade que as tarefas todas forma cumpridas com as nuvens
sobre os pés.
Ele também la longe, estaria da mesma forma
amando a quem venera e servindo a quem lhe serve.
Assim por um tempo o dia a  dia seria levado:
sem pressa, sem atropelos ou sobresaltos.
Até que de novo a oportunidade se fizesse e por pouco tempo que fosse
 os olhos um no outro pousaria, satisfazendo um ao outro com o que de melhor
mantinham guardado: a loucura dos amantes.
Enquanto isso no único momento de fato reservado durante o banho
e apenas no banho ambos um no outro pensaria,
enquanto a água fria sem pena e sem controle pelo corpo escorrendo
embora as lembranças junto levaria...
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09/05/1205:00
07/05/1201:22

domingo, 24 de julho de 2016

Em Meio


Era meio da tarde, casa cheia, crianças correndo de um lado para o outro.

As mulheres conversavam despreocupadamente enquanto os homens  fumavam e bebericavam suas bebidas  preferidas. Por fora tudo era pudor e vigilância.
Dentre as mulheres uma a mais falante  as vezes parava e deixava escapar um riso de canto
de boca que era acompanhado de um brilho no olhar. As demais percebiam, mas  caladas, é certo que a vida dariam dariam não para saber porque assim agia, mas para sentirem-se da mesma forma.
Apesar de falante, era a menos vistosa, vestia-se com simplicidade, mas sabia viver e fazer  de cada momento um universo de sensações.
Na verdade  nessa tarde em especial, enquanto com as demais falava de cabelos, cremes e receitas,
no intimo rememorava a amor que escondia, o fogo que entre as pernas ardia. Sorria pois satisfeita
exatamente como as outras se parecia. Porém em pecado a alma já no inverno ardia.
Sorria porque o ser humano tem esse poder de diferenciar entre o Ser e o Ter.
Ela?
Satisfeita Era a que sabia Ser o que da vida satisfação
Tinha...
Era única
Em Meio as
Outras que na boca
 O sabor dele tinha.
CatiahoAlc.
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18:22 1309012