segunda-feira, 23 de julho de 2018

Teu corpo junto no Meu


Corpo Teu
Que não conheço de Ver
Porém apenas no sentir e Imaginar
Que nunca de fato Toquei
Mas que o aroma me cerca sem Negar
Sonho me perco nos Devaneios
Sem nem mesmo teu sexo Provar
Loucura essa coisa de Querer
Desejar pelo menos Tocar
Não importa que dia Seja
Se há outras em a esse Corpo
Sem reserva poder Saciar
Faz  tempo os conceitos Deixei
E que o Certo 
Ou o Errado  
 não Impedem 
Teu corpo junto no Meu
Por um pouco Ansiar
Teu corpo é que Quero
É por ele que Vou
Esperar

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CatiahoAlc 25030150022
23 de set de 2017

terça-feira, 3 de julho de 2018

E pi fa nia do Ser



Os olhos sobre a pele queimando
As mãos mais que tato não se limitando
apenas ao toque
na verdade explorando
As palavras mais que articuladas
pousando como
carícias intensas
Cada vez que os olhos se encontrando
era magia faísca se tornando
Assim incêndio no íntimo consumando
Certamente os que de magia entendessem
por ali passando nítidamente notando
o círculo de fogo formado sobre suas cabeças
Sob os pés nevoa de encantamento se dando
Pois certo que em leveza flutuavam
Enquanto que ao redor tudo 
fenecendo
Rumores
sabores
cheiros
movimento
Porém como se nada mais existisse
encantados não percebiam
Segundos
 minutos
 horas
dessa coisa de tempo não se inquietando
Verdade é que o mistério da epifania já se dera
Tempo sem tempo
momento único passando
num piscar de olhos
Água na face
realidade à porta
e o tempo controle da vida
o fio puxando
como que do sonhar acordando
cada um tomando 
caminho seu
Nas mentes doce lembrança
No corpo dor do desejo
Na alma rubor do encanto
E a tarde prosseguindo
a brisa trazendo de volta o arrepio 
que na pele eriça o pelo
Um pro nada olhando
o outro o céu desvendando
A lua por testemunha muda
brilhando sorri
pois só ela percebera
epifania 
que entre deles 
se dera
CatiahoAlc./ReflexodAlma







domingo, 3 de junho de 2018

De um momento pro outro


De um momento pro outro
De um momento pro outro começou a pensar nela, 
na cor de seus pelos, não eram longos os  fios, 
lembra da suavidade...
Pensou no olhar que fugia e voltava quando
percebia-se olhada.
Logo os lábios  vieram para a lembrança completa compor, eram bem desenhados,
não os tinha carnudos,  
sim afilados, separados,  
bom pensar na língua entrando e 
volteando lá 
de um lado para o outro.
No momento desse rememorar;
 já  entre as pernas o entumecimento  leve se fazia notar... 
controlável... 
porém a mente não parava de enviar informações que mostrava o meio do corpo, 
direita e esquerda, 
bicos salientes que o chamavam para um resvalar de corpos 
tal uma dança boa.
Já sem noção de tempo e espaço trás a mente momentos
 onde  era o que sentia e reagia enquanto os dela 
em suas costas de  leve encostar brincava de afasta e se achegar fazia....
 De súbito a si mesmo pergunta em um segundo de consciência: Onde está?
Os olhos que até então fechados, agora abertos confere o espaço seguro e seu em que 
se encontra, 
dá se conta que  nu
tem sobre si o cobertor que afugentando o frio
 trouxe  o conforto das lembranças.
Então
permite-se,
aperta o sexo que  já dolorido pelo conjunto grita, 
sente  então que
 o momento é seu 
e que dela nesse momento apenas a lembrança tem, 
e com elas e delas serve-se em mais um lindo momento de satisfação em  total entrega...
 As lembranças  a tona deixa vir 
e outros momentos assim
certamente vão acontecer...
Copyright©soempalavras 
11/06/12
00:53
05/07/1200:02

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Depois do tempo pro gozo; as vezes calmaria...




Os olhos não se desviam,  até que os corpos num só se fez e então fechados ficaram por um bom tempo.
Mas as mãos... essas com pressa percorriam tudo, o tempo todo.
O calor dos corpos suados, ainda mais excitação trazia.
Já os olhos, abertos desejam ver mais que viam.
Uma boca no sexo do outro se ocupando enquanto pleno sentir se permitia.
Mais que flutuando; falar não falavam, mas é fato que  gemer  gemiam.
 Num querer tão intenso que depois a posição; quase certo, trocariam.
Ímpeto e volúpia sem pressa...
 Depois do tempo pro gozo; as vezes a calmaria.
CatiahoAlc./Reflexod'Alma
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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Tal qual Macbea (argumento de 2009 a luz de um livro de Clarice Lispector).r


É uma viagem sem volta

Sem bilhete comprado
Ou quer segurança
Só mais uma viagem
Ao centro do ser
Sem vontades
E sem esperança
Sem hipóteses
Tal qual Macbea 

Até o momento que seu Futuro lhe
 É revelado
Nunca desejara era além do que era
Mas disseram que devia

 Então acreditou
E confiante seguiu adiante
Mergulhada nas promessas não proferidas
Porém sutilmente deixadas ao léu
Mera sugestão
Sem intenção aceitou
Deixou-se flertar com a doce ilusão
Tão doce quanto vinho vagabundo
Vivo vermelho

 Aromático
Até que o efeito se faça
Assim tal qual Macbea
se deixou a sorte da cartomante
Também se deixara nos braços da tal ilusão
Disfarçada sutilmente da tal esperança
Agora tem seu presente ali na sarjeta
Aos pés do ser que conduzia seu destino
Ta qual Macbea 

Olha e sorri
Porque nada além da morte
É possível para desfazer
Tal engano ao viver
CatiahoAlc/Reflexo d’
Alma 

1801271209

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Indo ao CÈU

Ia ao céu quando podia beijar-lhes os pés.

Porém são poucos os seres que tem a mesma 
percepção.
 Uns cócegas tem, outros  nervoso e até irritação. Pena, pois tem verdadeira paixão...
Especialmente depois do banho, quando limpos os pés tem  cor do desejo que tanto atrai.
Beijar de olhos fechados...
Passar a língua sentindo o arrepiar dos pelos e então subir bem devagar,
Percorrendo até parar ao meio,
meio que divide o corpo, 
bom parar ali,
 sentir o aroma do sexo que pulsando,
úmido se expõe quase que exigindo
 que o explorar continue...
Nesse tempo é bom lembrar que dessa vez
os pés proporcionaram perfeito
 início
  sem prenuncio ou pressa
 de desfecho
tão cedo...
CatiahoAlc.
http://folhetimemcontos.blogspot.com.br 
1208201215062017090TR

De va neio.

Pegue minha mão, 
leve até onde pulsa, 
onde a essência da vida
é guardada e de gozo em gozo ao mundo é devolvida.
Traga sua língua até minha boca e sinta o gosto que faz
tempo, nela deixou tamanha vontade.
Depois de sentirmos o gosto da boca um do outro,
leve sua boca até onde meu ser palpita
reclamando sua ausência,
 dia após dia,
noite após noite
Ainda que tenhamos acabado 
de um ao outro ter.
Passe seu braço a meu redor e
faça de um modo nesse abraço
seu sexo saliente seja sentido.
Mas se nada disso  possível seja,
nesse momento chamado hoje,
 diga mesmo mentindo que me deseja
e me ama.
 Faça-me  saber de
um instante
  minha falta é sentida.
E se nada disso
 real for
seja somente então
De
      Va
                Neio.
CatiahoAlc./Reflexod'Alma
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23:522310012
23062015RP